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Estratégia como prática de leitura do mundo

A prática

Estratégia não precisa ficar restrita às grandes empresas.

A gente pode usar estratégia para ler o trabalho, interpretar o mundo, pensar a própria carreira e imaginar outras formas de agir

Para quem é:

Esta prática é um convite para trazer o pensamento estratégico de volta ao cotidiano, de um jeito criativo, crítico e possível de experimentar.

Para quem trabalha, faz, pensa e cria, mas sente dificuldade de enxergar o desenho maior:

  • para quem está sempre respondendo ao que aparece e quer construir mais direção;

  • para quem tem ideias, repertório e curiosidade, mas não sabe ainda como transformá-los em caminhos;

  • para quem pensa sobre trabalho e carreira e percebe que as possibilidades parecem menores do que poderiam ser;

  • para quem quer olhar para a realidade concreta antes de buscar uma solução pronta;

  • para quem quer recuperar a estratégia como uma ferramenta cotidiana.


Estratégia não precisa ficar restrita às grandes empresas.

A gente pode usar estratégia para ler o trabalho, interpretar o mundo, pensar a própria carreira e imaginar outras formas de agir

Para quem é:

Esta prática é um convite para trazer o pensamento estratégico de volta ao cotidiano, de um jeito criativo, crítico e possível de experimentar.

Para quem trabalha, faz, pensa e cria, mas sente dificuldade de enxergar o desenho maior:

  • para quem está sempre respondendo ao que aparece e quer construir mais direção;

  • para quem tem ideias, repertório e curiosidade, mas não sabe ainda como transformá-los em caminhos;

  • para quem pensa sobre trabalho e carreira e percebe que as possibilidades parecem menores do que poderiam ser;

  • para quem quer olhar para a realidade concreta antes de buscar uma solução pronta;

  • para quem quer recuperar a estratégia como uma ferramenta cotidiana.

Como a prática acontece

Os encontros alternam conteúdo, perguntas, exercícios de deriva e troca coletiva.
Em vez de oferecer uma fórmula pronta, cada encontro abre uma questão e coloca diferentes saberes em relação.

A estratégia é construída como uma forma de leitura: reconhecer padrões, diagnosticar, projetar, agir e voltar à realidade.

O percurso

O primeiro encontro, Mal ocupados, aberto e gratuito, parte da pergunta: “Por que se importar com estratégia?”. A encruzilhada está nos fundamentos do pensamento estratégico em contraste com um cotidiano em que a realidade já vem dada e no qual estratégia pode parecer algo reservado a quem tem dinheiro.

O segundo encontro, Hypermediados, pergunta: “Como campos diferentes do saber ajudam a imaginar outros caminhos?”. A discussão parte da crise de imaginação para além do mundo corporativo e investiga a ficção como método de diagnóstico e projeção.

O terceiro encontro, Alienados, abre com a pergunta: “Por que temos vergonha de colocar nosso bloco na rua?”. A conversa atravessa o colonialismo digital e suas marcas em nós, contrapondo-as ao peso de pensar em sistemas. A tensão central é entender como agir pequeno dentro de um sistema grande.

O quarto encontro, Instigados, pergunta: “Como o contato com a realidade amplia a capacidade de imaginar?”. A encruzilhada percorre o espectro entre o anonimato e a fama, o desconforto do flop e aquilo que mercado e pessoas têm em comum: a falta de honestidade estratégica.

Como a prática acontece

Os encontros alternam conteúdo, perguntas, exercícios de deriva e troca coletiva.
Em vez de oferecer uma fórmula pronta, cada encontro abre uma questão e coloca diferentes saberes em relação.
A estratégia é construída como uma forma de leitura: reconhecer padrões, diagnosticar, projetar, agir e voltar à realidade.

O percurso

O primeiro encontro, Mal ocupados, aberto e gratuito, parte da pergunta: “Por que se importar com estratégia?”. A encruzilhada está nos fundamentos do pensamento estratégico em contraste com um cotidiano em que a realidade já vem dada e no qual estratégia pode parecer algo reservado a quem tem dinheiro.

O segundo encontro, Hypermediados, pergunta: “Como campos diferentes do saber ajudam a imaginar outros caminhos?”. A discussão parte da crise de imaginação para além do mundo corporativo e investiga a ficção como método de diagnóstico e projeção.

O terceiro encontro, Alienados, abre com a pergunta: “Por que temos vergonha de colocar nosso bloco na rua?”. A conversa atravessa o colonialismo digital e suas marcas em nós, contrapondo-as ao peso de pensar em sistemas. A tensão central é entender como agir pequeno dentro de um sistema grande.

O quarto encontro, Instigados, pergunta: “Como o contato com a realidade amplia a capacidade de imaginar?”. A encruzilhada percorre o espectro entre o anonimato e a fama, o desconforto do flop e aquilo que mercado e pessoas têm em comum: a falta de honestidade estratégica.

Nova turma em breve

Estamos preparando os próximos encontros da Obra. Em breve, divulgaremos novas datas para você trocar experiências e praticar com a gente.

Nova turma em breve

Estamos preparando os próximos encontros da Obra. Em breve, divulgaremos novas datas para você trocar experiências e praticar com a gente.

Estrutura

Preciso trabalhar com estratégia?

Não. A proposta é justamente experimentar a estratégia para além do lugar tradicional das empresas. O ponto de partida é o cotidiano.

Preciso chegar com uma estratégia pronta?

Não. A prática parte de perguntas e problemas reais. O trabalho é investigar possibilidades, perceber padrões e testar outras formas de olhar.

Vou sair com um plano de carreira?

Não é essa a promessa. A prática oferece uma lente e um repertório para pensar trabalho, carreira, mundo e ação com mais consciência estratégica.

É uma aula de estratégia tradicional?

Não. O percurso coloca fundamentos de estratégia em contato com diferentes saberes, experiências e exercícios de imaginação.

A Abertura é paga?

Não. A Abertura é gratuita. Não é aula demonstrativa, não é isca, não é versão reduzida. É o primeiro dos quatro, inteiro, do mesmo jeito que os outros. Você entra, participa, e no fim decide se quer seguir. Se não quiser, não deve nada e não vai receber sequência de e-mail nenhuma cobrando decisão.

Sobre Renato Mendes

É publicitário, estrategista, escritor e professor. A partir de referências que atravessam criatividade, imaginação e pensamento sistêmico, desenvolve formas de aproximar a estratégia da vida cotidiana, do trabalho às escolhas pessoais.

É fundador da Estratagema e integra a OBRA.LAB e o Circo Complexo.
Atualmente, pesquisa, escreve, ensina e cria estratégias para pessoas e projetos, buscando tornar o pensamento estratégico uma disciplina mais criativa, acessível e popular.

É publicitário, estrategista, escritor e professor. A partir de referências que atravessam criatividade, imaginação e pensamento sistêmico, desenvolve formas de aproximar a estratégia da vida cotidiana, do trabalho às escolhas pessoais.

É fundador da Estratagema e integra a OBRA.LAB e o Circo Complexo.
Atualmente, pesquisa, escreve, ensina e cria estratégias para pessoas e projetos, buscando tornar o pensamento estratégico uma disciplina mais criativa, acessível e popular. |

Instagram:
https://www.instagram.com/a_estratagema/
LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/renatomendesr/


Nova turma em breve

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Como a prática acontece

Os encontros alternam conteúdo, perguntas, exercícios de deriva e troca coletiva.
Em vez de oferecer uma fórmula pronta, cada encontro abre uma questão e coloca diferentes saberes em relação.

A estratégia é construída como uma forma de leitura: reconhecer padrões, diagnosticar, projetar, agir e voltar à realidade.

O percurso

O primeiro encontro, Mal ocupados, aberto e gratuito, parte da pergunta: “Por que se importar com estratégia?”. A encruzilhada está nos fundamentos do pensamento estratégico em contraste com um cotidiano em que a realidade já vem dada e no qual estratégia pode parecer algo reservado a quem tem dinheiro.

O segundo encontro, Hypermediados, pergunta: “Como campos diferentes do saber ajudam a imaginar outros caminhos?”. A discussão parte da crise de imaginação para além do mundo corporativo e investiga a ficção como método de diagnóstico e projeção.

O terceiro encontro, Alienados, abre com a pergunta: “Por que temos vergonha de colocar nosso bloco na rua?”. A conversa atravessa o colonialismo digital e suas marcas em nós, contrapondo-as ao peso de pensar em sistemas. A tensão central é entender como agir pequeno dentro de um sistema grande.

O quarto encontro, Instigados, pergunta: “Como o contato com a realidade amplia a capacidade de imaginar?”. A encruzilhada percorre o espectro entre o anonimato e a fama, o desconforto do flop e aquilo que mercado e pessoas têm em comum: a falta de honestidade estratégica.

Sobre Renato Mendes

É publicitário, estrategista, escritor e professor. A partir de referências que atravessam criatividade, imaginação e pensamento sistêmico, desenvolve formas de aproximar a estratégia da vida cotidiana, do trabalho às escolhas pessoais.

É fundador da Estratagema e integra a OBRA.LAB e o Circo Complexo.
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Instagram: https://www.instagram.com/a_estratagema/
LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/renatomendesr/

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É publicitário, estrategista, escritor e professor. A partir de referências que atravessam criatividade, imaginação e pensamento sistêmico, desenvolve formas de aproximar a estratégia da vida cotidiana, do trabalho às escolhas pessoais.

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Atualmente, pesquisa, escreve, ensina e cria estratégias para pessoas e projetos, buscando tornar o pensamento estratégico uma disciplina mais criativa, acessível e popular.

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É fundador da Estratagema e integra a OBRA.LAB e o Circo Complexo.
Atualmente, pesquisa, escreve, ensina e cria estratégias para pessoas e projetos, buscando tornar o pensamento estratégico uma disciplina mais criativa, acessível e popular.

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